LIDICE CONFIRMA PRÉ-CANDIDATURA AO GOVERNO, VAI 'LUTAR' PELO APOIO DE WAGNER.


Lídice confirma pré-candidatura ao governo e diz que vai 'lutar' pelo apoio de Wagner
Se ainda havia alguma réstia de dúvida sobre o desejo da senadora Lídice da Mata (PSB) participar da disputa pelo Palácio de Ondina em 2014, ela foi eliminada pela própria parlamentar. “Nós, o PSB, temos um sonho de ter um candidato ao governo da Bahia e esse sonho nesse momento se expressa em uma candidatura minha”, afirmou a socialista nesta segunda-feira (13), em entrevista ao jornalista Samuel Celestino, no programa Bahia Notícias no Ar, da Rede Tudo FM 102,5. A parlamentar lembrou que o governador Jaques Wagner (PT) foi eleito com o apoio de uma “frente política” e disse que vai lutar para ter o apoio “tanto do governador, quanto dos outros partidos, das outras forças que fazem parte da base”. Lídice classificou Wagner como “o principal líder político do PT depois de Lula e Dilma”, ao associar a liderança ao posicionamento flexível do petista sobre temas como, por exemplo, a possibilidade de o nome do candidato governista à sua sucessão não sair necessariamente das fileiras do Partido dos Trabalhadores. “Certamente a sua importância política hoje é esta: do governador do maior estado que o PT governa, com vitórias acumuladas e com a sua capacidade de liderança e articulação política nacional”, avaliou Lídice. A pré-candidata do PSB ao governo estadual enfatizou que “o governador tem o compromisso em aceitar que outros partidos coloquem os seus nomes e sejam tratados igualmente em relação aos nomes do PT, entre eles o meu”. A senadora considera que o momento é de “renovação  para ampliação de forças” e acredita que “essa renovação não se dá com a inserção de novos partidos” e sim a com “a possibilidade um novo partido representar, expressar o projeto político até então dirigido pelo governador Jaques Wagner”. Aspirante a ser a primeira governadora da Bahia, Lídice da Mata deixou claro qual será seu posicionamento político caso seu nome seja confirmado para a disputa de 2014. “A minha candidatura nunca poderá ser uma candidatura de negação da liderança de Wagner, governo de Wagner, isso seria uma incoerência. Eu concordo com o que foi feito, só que o novo momento exige novos desafios e nós vamos nos qualificar para enfrentá-los”, concluiu a socialista.

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